16/07/07

A Falácia

As falácias são padrões de raciocínios pobres, mas que parecem ser bons (a dita cuja posta de bacalhau). Este ponto de vista é problemático, porque é difícil precisar quando um raciocínio pobre parece ser bom, especialmente porque a aparência é uma noção subjectiva. Ao avaliar argumentos comuns, pode-se dizer, mais simplesmente, que as falácias são padrões comuns de raciocínios pobres que podem ser identificados na avaliação de raciocínios ditos racionais. Isto é, cai-se pois num jogo complexo de coisas que lutam entre si e que parecem não ser aquilo que realmente são (ou seja, querem dizer coisas que inicialmente se pensava ser algo desconhecido e que às tantas após MUITA (pouca) reflexão se constata tratar-se de apenas uma recapitulação [não confundir com Mendell (1786)] do que já foi anteriormente dito.
Todos estes fenómenos que aglutinam toda a experiência intelectual, e que marcam de forma incisiva o carácter epistemológico da personalidade de quem profere falácias, não têm mais utilização e sentido pragmático do que meros disparates que mais não fazem se não fazer perder tempo e oportunidades para realizar raciocinios esses sim correctos e lucrativos.

1 comentário:

Anónimo disse...

isso é excesso de pinhal...mesmo...pic nics nunca mais!!!